Monday, November 01, 2021

O que é Ethereum?

Ethereum

 O que é Ethereum?

  

O Ethereum é uma blockchain programável, ou seja, uma rede de computadores interligados capazes de realizar transações com uma moeda nativa chamada Ether (ETH). Essa rede também é descentralizada, ou seja, não é controlada por nenhum governo ou instituição. O Ether foi lançado em 2015 pelo programador russo-canadense, Vitalik Buterin, e se transformou na segunda criptomoeda mais popular no mercado ficando atrás apenas do bitcoin. De acordo com dados do site CoinMarketCap a capitalização de mercado do Ether gira em torno de $254,911,946,509 enquanto o bitcoin $891,216,476,489. A valorização do Ether desde março de 2020 já superou 1200% e continua subindo.

   

Por que investir em criptomoedas?

   

Negociar e investir em criptomoedas está se tornando cada vez mais popular, pois essas novas “cyber” moedas (ou moedas virtuais) vem apresentando variações astronômicas e inéditas na história do mercado financeiro. Essas podem estar representando uma das melhores oportunidades a longo prazo. Dadas as leis da oferta e da demanda, se a demanda aumentar e a oferta não, é provável que os preços subam. De fato, eles poderiam subir acentuadamente com base nos dados de hoje, mas não há como dizer até quando esses irão subir. É um jogo de especulação. Quando o Elon Musk, por exemplo, abre a boca, ninguém sabe como que isso pode impactar no mercado financeiro ou se isso vai fazer com que a Dogecoin, uma moeda que ele gosta muito, vai subir 130% em um dia. Por isso é sempre bom ficar antenado nas notícias. A grande maioria das criptas possuem uma quantidade limitada de unidades ou tokens que podem ser gerados por um novo processo chamado de “mineração”.

  

Mas o que seria essa tal de “mineração”?

  

Bom, a mineração, resumidamente falando, é o ato de gerar as criptomoedas. E como são geradas? As criptomoedas são geradas normalmente a partir da resolução de problemas matemáticos, que por sua vez, podem necessitar de um poder de processamento muito além do que a mente humana suporta, em outras palavras, que só uma máquina conseguiria resolver. Cada moeda tem a sua particularidade, o bitcoin por exemplo, você necessita ter uma máquina chamada de ASIC, já o ethereum pode ser minerado a partir de um computador comum que tenha uma placa de vídeo razoavelmente boa. Depois com os softwares corretos basta apertar o “play” e começar a minerar!

  

Onde comprar Ethereum?

   

Com a gigantesca popularidade do Ethereum, hoje você pode encontra-lo praticamente em todas as corretoras e exchanges do mercado. As principais casas são a Binance, Coinbase Pro, OKEx, Kraken e Huobi Global.

  

O que é o Ethereum 2.0?

  

O Ethereum 2.0 foi apelidado de Serenity e será uma grande atualização no blockchain do Ethreum. Essa rede é a abriga em números nada mais nada a menos que a segunda maior criptomoeda do mundo se levarmos em conta a capitalização de mercado que o Ethereum tem de $254,911,946,509 na data desse post. Isso mostra que essa atualização deve acontecer com calma pois alguns bilhões literalmente estão em jogo. Esta atualização estava prevista para acontecer no final de 2021, mas o seu criador Vitalik Buterin anunciou em seu Twitter que tiveram alguns imprevistos e que provavelmente o lançamento será adiado.


Como o Ethereum 2.0 se diferencia do 1.0?

   

A principal mudança que deve acontecer sem dúvidas é a alteração do sistema Proof-of-Work para o sistema Proof-of-Stack. Ou seja, de maneira resumida, hoje os mineradores ganham Ethereum por deixarem suas maquinas trabalhando para a realização de validações das transações que acontecem na blockchain do Ethereum daí o nome Proof-of-Work. Com a chegada do Ethereum 2.0 o sistema de mineração acontece quando as pessoas deixarem uma parte dos Ethereums presentes em suas Wallets retidos (ou seja, não poderão mexer nesse valor por um tempo) em troca elas irão ganhar Ethereum por estarem provendo liquidez (com esses Ethreums retidos) para o mercado.

  

Como funciona o Staking?

   

O sistema de Proof-of-Stack (PoS), conhecido também como Casper, é uma maneira das pessoas colocarem o seu dinheiro em jogo. Como assim colocar o dinheiro em jogo? Funciona como se fosse um empréstimo. As pessoas podem emprestar suas moedas em troca elas recebem, depois de um tempo, a quantia que elas emprestaram com juros. No caso das criptomoedas as pessoas estão emprestando seus cripto ativos para gerar liquidez para o mercado. Vamos criar uma situação hipotética em que a Binance não tenha mais criptomoedas em seus “cofres”, ela irá buscar em outras fontes mais criptomoedas para continuar seus negócios. Uma dessas fontes seria o Staking de criptomoedas que qualquer pessoa pode fazer. Em troca disso no final de um período a Binance irá pagar por ter pego essa quantia emprestada para a pessoa ou empresa que emprestou as criptomoedas.

  

Ethereum 2.0 irá acabar com a mineração de ETH?

   

Bom, como ninguém sabe ao certo quando irá lançar o Ethereum 2.0 até lá pode ser que aconteça ainda algumas mudanças em que não tire por completo o sistema Proof-of-Stack, mas até a data dessa postagem a reposta é sim! Os pools de mineração de ETH vão ter que buscar outras altcoins para continuar existindo ou se adequarem ao novo sistema de Staking.


Fonte : Ethereum hoje


Thursday, December 24, 2020

Banana Mania

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Monday, November 16, 2020

Os Desafios da Governança da Internet



Idioma original: português/inglês Sem legenda Como funciona a governança da Internet? Por que ela é necessária? Quais seus fundamentos? Qual sua história? Como assegura a democracia e a liberdade? Quais os maiores desafios e as mais graves ameaças do presente? Como lidar com a concentração de poder econômico e social das grandes plataformas? Essas e outras questões estarão em pauta. Com esse tema, o próximo seminário da Cátedra Oscar Sala é programa obrigatório para os interessados em assegurar que a Internet continue a ser “uma rede de redes globalmente coerente, interconectada, es­tável, não fragmentada, escalável e acessível, baseada em um conjunto comum de identificadores únicos e que permita que datagramas e informação fluam livremente de ponta a ponta independentemente de seu conteúdo legal”, como expresso pela declaração do Encontro NETmundial realizado no Brasil em 2014. A exposição será de Vint Cerf, respeitado mundialmente como um dos fundadores da Internet. Ao lado de Robert Kahn, é considerado um dos criadores da Internet, tendo participado da criação dos protocolos TCP/IP, que são o alicerce da conexão à rede. Também participarão do debate importantes personalidades, com distintas atuações no universo da internet, que permitirão alargar a discussão, com pontos de vista multidisciplinares. Abertura: Guilherme Ary Plonski (IEA USP) e Demi Getschko (NIC.br - Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) Apresentação e Moderação: Luiz Fernando Martins Castro (NIC.br - Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) Expositor: Vint Cerf (matemático, informático e co-criador da internet) Debatedores: Augusto César Gadelha Viera (LNCC - Laboratório Nacional de Computação Científica) Liane Margarida Rockenbach Tarouco (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) Marcio Nobre Migon (Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação) Kimberly Anastacio (American University) Magaly Prado (ECA e IEA USP) Vitor Blotta (ECA e IEA USP) Organização: Cátedra Oscar Sala Parceria: Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br

Saturday, August 29, 2020

Você (e sua mãe, seu tio, seus primos) são gamers e talvez nem saibam

 

O Dia Internacional do Gamer foi neste sábado, 29 de agosto. "Ok, e eu com isso?", você pode estar se perguntando. A verdade é que basta ter um joguinho no celular para fazer parte de um mercado que movimenta bilhões todos os anos.
 

No nosso radar

Muito mais que um joguinho

 

US$ 120,1 bilhões. Essa foi a quantia que o mercado de games movimentou em todo o mundo no ano passado (um crescimento de 4% em relação a 2018), segundo a empresa de inteligência de mercado SuperData – impactando economias, bolsos e empregos no mundo tudo, inclusive por aqui.

O Brasil é o 13º maior mercado de jogos eletrônicos do mundo, segundo um estudo da consultoria Newzoo. São US$ 1,5 bilhão movimentados por ano em jogos, consoles, compras dentro dos games.... E a expectativa é de crescimento de 17% até 2021, de acordo com a PwC.

Crescimento acelerado durante a pandemia. O mercado de games foi um dos poucos que cresceu por aqui neste período. No primeiro semestre de 2020, a receita paga aos desenvolvedores brasileiros de jogos foi duas vezes maior do que no mesmo período do ano passado, segundo o Google – que mantém o sistema operacional Android e sua loja de apps.

Afinal, os joguinhos de celular também são games. E as lojas de aplicativos são plataformas de distribuição que sustentam um enorme ecossistema. Quanto mais downloads, mais chances de lucrar com um jogo – e a lógica de remuneração varia conforme o app.

E como se ganha dinheiro com jogos?


É de graça – mas nem tudo. Muitos jogos online adotam o modelo chamado de freemium (junção das palavras em inglês free, gratuito, e premium): o jogo é gratuito, mas é necessário pagar para ter mais vidas, funcionalidades e customizações.

Chamadas de microtransações, essas compras dentro dos jogos representaram 43% dos gastos com games no Brasil em 2016, segundo a PwC. Com um crescimento médio anual de 13%, elas devem chegar a US$498 milhões em 2021.

E dá pra gastar muito com compras pequenas. Em julho deste ano, uma menina britânica de 11 anos gastou £4.642 (mais de R$ 30 mil) no cartão do pai com compras em um jogo online. Ele soube do rombo na conta um mês depois, quando já estava no cheque especial por causa de centenas de compras de valores entre £0,99 e £9,99. No fim, a empresa devolveu o dinheiro ao pai.

No Brasil, o público consumidor para esses jogos também é grande. São mais de 75 milhões de jogadores, segundo uma pesquisa da Newzoo. Dentre eles, 83% tinha comprado algum item virtual nos jogos nos últimos seis meses.

Além das microtransações, ainda tem os gastos com consoles, jogos para PC e videogames, eventos e… por que não, roupas. No ano passado, a marca de luxo Louis Vuitton lançou, em parceria com o jogo League of Legends, uma coleção de roupas e acessórios que custavam entre R$ 935 e R$ 24.600. Haja moedinha!

E também tem publicidade dentro dos jogos. Recentemente, o jogo Fall Guys (a febre do momento) recebeu tantos pedidos de marcas que queriam "participar" do game que a desenvolvedora resolveu propor um desafio: a empresa que fizer a maior doação para a caridade ganha um lugar no jogo.

Jogo é negócio (e trabalho) sério


Jogando e ganhando. O mercado gigantesco de games abre muitas oportunidades de trabalho. Uma carreira mais óbvia é a de jogador profissional de e-sports (esportes eletrônicos).

Não é fácil chegar lá, mas pode valer a pena. O salário de um jogador profissional de League of Legends no Brasil, por exemplo, pode chegar a R$15 mil por mês, segundo um levantamento – além dos prêmios de campeonatos nacionais e mundiais, que podem chegar à casa dos milhões de reais, como no mundial de League of Legends.

Também há as empresas desenvolvedoras. De 2014 a 2018, o número de desenvolvedoras de jogos no Brasil cresceu 164%, de acordo com o 2º Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais (IBJD) – indo de 142 para 375 empresas. Ao todo, elas empregavam 2,7 mil pessoas.

Ou seja: da próxima vez que alguém disser que jogar não dá dinheiro, responda que dá sim – e muito!

E dá pra aprender finanças com jogos? Essa conversa rendeu na comunidade do Nubank. Vai lá dar o seu pitaco!

Que jogo te ensinou sobre finanças?

Nuvidades

 

Pra comemorar o Dia do Gamer e a batalha do Nubank contra a burocracia, preparamos uma homenagem aos nossos clientes gamers. Vem ver!



Quero ir para o blog

Fonte : Blog do NUBank

Shakespeare
Apoio : Wilson Trading Shakespeare

Sunday, August 23, 2020

BS3X - Robots de automação

 

Trading Bots

Novo WSX3 da Wilson Networks

Segundo a definição da RIA (Robotics Industries Association), um robô seria um dispositivo automático que possui conexões de realimentação (feedback) entre seus sensores, atuadores e o ambiente, dispensando a ação do controle humano direto para realizar determinadas tarefas, podendo também haver robôs parcialmente controlados por pessoas.

Fonte : Wikipedia