Saturday, August 29, 2020

Você (e sua mãe, seu tio, seus primos) são gamers e talvez nem saibam

 

O Dia Internacional do Gamer foi neste sábado, 29 de agosto. "Ok, e eu com isso?", você pode estar se perguntando. A verdade é que basta ter um joguinho no celular para fazer parte de um mercado que movimenta bilhões todos os anos.
 

No nosso radar

Muito mais que um joguinho

 

US$ 120,1 bilhões. Essa foi a quantia que o mercado de games movimentou em todo o mundo no ano passado (um crescimento de 4% em relação a 2018), segundo a empresa de inteligência de mercado SuperData – impactando economias, bolsos e empregos no mundo tudo, inclusive por aqui.

O Brasil é o 13º maior mercado de jogos eletrônicos do mundo, segundo um estudo da consultoria Newzoo. São US$ 1,5 bilhão movimentados por ano em jogos, consoles, compras dentro dos games.... E a expectativa é de crescimento de 17% até 2021, de acordo com a PwC.

Crescimento acelerado durante a pandemia. O mercado de games foi um dos poucos que cresceu por aqui neste período. No primeiro semestre de 2020, a receita paga aos desenvolvedores brasileiros de jogos foi duas vezes maior do que no mesmo período do ano passado, segundo o Google – que mantém o sistema operacional Android e sua loja de apps.

Afinal, os joguinhos de celular também são games. E as lojas de aplicativos são plataformas de distribuição que sustentam um enorme ecossistema. Quanto mais downloads, mais chances de lucrar com um jogo – e a lógica de remuneração varia conforme o app.

E como se ganha dinheiro com jogos?


É de graça – mas nem tudo. Muitos jogos online adotam o modelo chamado de freemium (junção das palavras em inglês free, gratuito, e premium): o jogo é gratuito, mas é necessário pagar para ter mais vidas, funcionalidades e customizações.

Chamadas de microtransações, essas compras dentro dos jogos representaram 43% dos gastos com games no Brasil em 2016, segundo a PwC. Com um crescimento médio anual de 13%, elas devem chegar a US$498 milhões em 2021.

E dá pra gastar muito com compras pequenas. Em julho deste ano, uma menina britânica de 11 anos gastou £4.642 (mais de R$ 30 mil) no cartão do pai com compras em um jogo online. Ele soube do rombo na conta um mês depois, quando já estava no cheque especial por causa de centenas de compras de valores entre £0,99 e £9,99. No fim, a empresa devolveu o dinheiro ao pai.

No Brasil, o público consumidor para esses jogos também é grande. São mais de 75 milhões de jogadores, segundo uma pesquisa da Newzoo. Dentre eles, 83% tinha comprado algum item virtual nos jogos nos últimos seis meses.

Além das microtransações, ainda tem os gastos com consoles, jogos para PC e videogames, eventos e… por que não, roupas. No ano passado, a marca de luxo Louis Vuitton lançou, em parceria com o jogo League of Legends, uma coleção de roupas e acessórios que custavam entre R$ 935 e R$ 24.600. Haja moedinha!

E também tem publicidade dentro dos jogos. Recentemente, o jogo Fall Guys (a febre do momento) recebeu tantos pedidos de marcas que queriam "participar" do game que a desenvolvedora resolveu propor um desafio: a empresa que fizer a maior doação para a caridade ganha um lugar no jogo.

Jogo é negócio (e trabalho) sério


Jogando e ganhando. O mercado gigantesco de games abre muitas oportunidades de trabalho. Uma carreira mais óbvia é a de jogador profissional de e-sports (esportes eletrônicos).

Não é fácil chegar lá, mas pode valer a pena. O salário de um jogador profissional de League of Legends no Brasil, por exemplo, pode chegar a R$15 mil por mês, segundo um levantamento – além dos prêmios de campeonatos nacionais e mundiais, que podem chegar à casa dos milhões de reais, como no mundial de League of Legends.

Também há as empresas desenvolvedoras. De 2014 a 2018, o número de desenvolvedoras de jogos no Brasil cresceu 164%, de acordo com o 2º Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais (IBJD) – indo de 142 para 375 empresas. Ao todo, elas empregavam 2,7 mil pessoas.

Ou seja: da próxima vez que alguém disser que jogar não dá dinheiro, responda que dá sim – e muito!

E dá pra aprender finanças com jogos? Essa conversa rendeu na comunidade do Nubank. Vai lá dar o seu pitaco!

Que jogo te ensinou sobre finanças?

Nuvidades

 

Pra comemorar o Dia do Gamer e a batalha do Nubank contra a burocracia, preparamos uma homenagem aos nossos clientes gamers. Vem ver!



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Fonte : Blog do NUBank

Shakespeare
Apoio : Wilson Trading Shakespeare

Sunday, August 23, 2020

BS3X - Robots de automação

 

Trading Bots

Novo WSX3 da Wilson Networks

Segundo a definição da RIA (Robotics Industries Association), um robô seria um dispositivo automático que possui conexões de realimentação (feedback) entre seus sensores, atuadores e o ambiente, dispensando a ação do controle humano direto para realizar determinadas tarefas, podendo também haver robôs parcialmente controlados por pessoas.

Fonte : Wikipedia